segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Paulo Galvão Júnior (Economista): Carro Ecológico - Motor Magnético Perpétuo - Matéria sobre o Inventor Brasileiro Antonio Fernandes

Paulo Galvão Júnior (Economista – CORECON-PB nº. 1392)

Na segunda cidade mais verde do mundo foi realizado o GLOBAL FORUM AMÉRICA LATINA – CALL FOR ACTION NORDESTE 2009. Na belíssima Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura & Artes, entre os dias 15 a 17 de abril de 2009, mais de 500 participantes foram responsáveis pelo grande sucesso deste evento internacional. Todos colaboraram por um Ecossistema Sustentável no planeta Terra.

Os principais representantes do setor empresarial, destacando o Sistema FIEP (Federação das Indústrias do Estado da Paraíba), ao lado dos principais representantes da academia, destacando a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), juntamente com a sociedade civil organizada, em especial as Organizações não-Governamentais (ONGs) como o UniGente, aliada ao poder público, em especial a Prefeitura Municipal de João Pessoa, ocorreu o diálogo, a integração e a conscientização para elaborar ações inovadoras em prol de uma Sociedade Sustentável na América Latina.

Com o convite oficial do presidente do Conselho Regional de Economia da Paraíba (CORECON-PB), o economista Celso Pinto Mangueira, participamos do GLOBAL FORUM como representantes do CORECON-PB.

Participei de toda a programação do GLOBAL FORUM, da solenidade de abertura até a entrega dos certificados. No dia 16 de abril, na mesa 32, foi formado o nosso grupo composto pelos seguintes membros: Antonio (Pesquisador Tecnológico–RS), Cíntia (SESI-TO), Paulo (CORECON-PB), Maurício (SENAI-PB), Rosinaldo (CORREIOS-PB), Djenil (CORREIOS-PB) e José Berivaldo (ALPARGATAS-PB). Com apoio da redatora Valéria no computador, especialista na arte em realizar sonhos.

O Grupo 32 descobriu um importante projeto de preservação do meio ambiente, denominado pelo facilitador americano, o Ph.D. Ronald Fry, o Carro Ecológico. Antes de relatar mais informações sobre o projeto do Grupo 32. Gostaria de citar dois projetos técnicos que, em minha opinião, esboçou muito destaque em prol do desenvolvimento sustentável. Primeiro, o projeto da UFPB intitulado Análises da Viabilidade Econômica de Sistemas de Aproveitamento de Águas Pluviais para Fins Não-Poluentes em Residências na cidade de João Pessoa - PB. Segundo, o projeto da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) sobre o ICMS ECOLÓGICO: um novo mecanismo na busca pelo desenvolvimento sustentável.

De acordo com a apresentação do engenheiro civil da UFPB, Eng. Gilson Barbosa Athayde Júnior, “A escassez de água potável é uma das grandes preocupações da humanidade neste século que se inicia. Dessa forma, surge a necessidade de redução do consumo per capita de água. Dentre as ações que promovem o uso racional da água, as tecnológicas parecem ser, na maioria dos casos, as mais recomendadas para reduzir o consumo sem que sejam necessárias mudanças radicais nos hábitos dos usuários”.

De acordo com a acadêmica de Pós-Graduação em Engenharia Urbana da UFPB, a engenheira Isabelly Cícera Souza Dias, a professora e Doutora em Engenharia Civil, a engenheira Carmem Lúcia Moreira Gadelha, juntamente com o engenheiro civil Gilson Barbosa Athayde Júnior, autores do projeto técnico, “(...) para cenários futuros de tarifas, o aproveitamento de água de chuva em residência é alternativa economicamente viável, qualquer que seja o padrão de residência”.

Já no projeto do ICMS (Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação) ECOLÓGICO, de acordo com a apresentação da estudante de Pós-Graduação em Engenharia Química da UFCG, a acadêmica Ana Karla Crispim Soares, “Desenvolvimento Sustentável é a meta a ser atingida, e para isso o mundo debate sobre diversas maneiras de se chegar a esse denominador comum. O presente estudo visa mostrar o mecanismo chamado ICMS ECOLÓGICO. Uma ferramenta usada de forma inovadora na questão da repartição das receitas oriundas do ICMS e que está ajudando, e muito, diversos Estados da Federação a alcançar resultados satisfatórios no que tange as questões ambientais”.

Segundo o Bacharel em Direito da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Edson de Moura Ribeiro, juntamente com a acadêmica Ana Karla Crispim Soares, autores do projeto técnico do ICMS ECOLÓGICO, “Conclui-se que o Estado, através de Políticas Públicas deve sim, fomentar e incentivar ações que visem um melhor aproveitamento sobre as questões relacionadas ao meio ambiente. O mecanismo do ICMS Ecológico é o exemplo real dessa política e deve ser discutido e incrementado em todos os Estados da Federação. Pois, o mesmo, vem trazendo inúmeros benefícios aos municípios abarcados pela lei”.

Na programação do CALL FOR ACTION NORDESTE 2009, participei do grupo 32 - Carro Ecológico e colaborei na redação, no relatório e nas apresentações do projeto. É muito importante o processo de produção de ideias e propostas, como também, os projetos do mundo acadêmico e empresarial em termos de inovar para a sustentabilidade do planeta Terra.

O Projeto do Carro Ecológico foi selecionado pelos participantes e pela comissão organizadora. Dos 42 projetos iniciais apenas 21 foram selecionados para o GLOBAL FORUM 2009 em Cleveland, Ohio, Estados Unidos da América (EUA).

O Grupo 32 do Carro Ecológico fez um grande sucesso. Em busca do desenvolvimento sustentável, sem esgotar os escassos recursos naturais, apresentamos o projeto de um carro com motor magnético, que não usa os combustíveis fósseis e, sobretudo, que não agride o meio ambiente.

Como economista colaborei muito na apresentação do projeto do Carro Ecológico para conquistar novos participantes que apoiassem esta brilhante ideia para um mundo sustentável. Antes da apresentação combinávamos as estratégias de convencimento e de futuro apoio ao projeto.

De acordo com o Caderno de Trabalho do Participante intitulado Colaboração Empresarial e Acadêmica por um Ecossistema Sustentável: Diálogo, Integração e Conscientização (15 a 17 de abril de 2009, p.5), ”O colapso financeiro mundial de hoje pode também se entendido como uma chamada para uma nova conscientização, não apenas econômica, mas também social e ambiental. É chegada a hora de refletirmos com um planeta – um todo. Devemos ver e viver o mundo como um todo para enfrentar este desafio”.

Antes de relatar mais informações sobre o Carro Ecológico, gostaria de enfatizar que em Londres, na recente reunião de cúpula do G-20 (Grupo dos Vinte), que reúne os 20 países mais ricos do mundo e, que juntos, representam 85% do Produto Interno Bruto (PIB) global, os Chefes de Governo e de Estado aprovaram um pacote financeiro de US$ 1,1 trilhão para enfrentar a crise econômica mundial. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, foi à grande estrela da cúpula do G-20, ao ponto de sentar ao lado da Rainha Elizabeth II na foto oficial, com o presidente dos EUA, Barack Obama, atrás, em pé e sorridente. O próprio presidente americano disse: “Esse é o cara! É o presidente mais popular do mundo!”.

Nas comemorações alusivas o Dia Internacional da Terra, em 22 de abril de 2009, o presidente norte-americano Barack Obama disse, “Neste Dia da Terra, é hora de nós lançarmos uma nova base para o crescimento econômico dando início a uma nova era de exploração de energia das Américas”. Presidente Obama considera a energia eólica e outras fontes renováveis uma alternativa às usinas de energia que utilizam combustíveis fósseis (o petróleo, o carvão e o gás natural).

Em tempos de recessão mundial, o governo Lula reduziu a alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos carros populares (até 1.000 cc) novos de 7% para 0%. Os veículos populares com motores acima de 1.000 cc a alíquota do IPI foi reduzida pela metade. Ocorreu o aumento das vendas de automóveis novos nas cinco regiões do Brasil. Logo, existem mais carros nas ruas e avenidas em todo o País.

De acordo com Jackson Schneider, presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), “as razões da expansão do mercado interno podem ser assim resumidas, conceitualmente: estabilidade macroeconômica, inflação sob controle, aumento do emprego e da renda, aumento da oferta de crédito para financiamento de veículos, expansão dos prazos de pagamento dos financiamentos, baixo nível de inadimplência”.

As consequências do alto consumo de automóveis são a poluição do ar e sonora, os altos índices de congestionamento e acidentes de trânsito, como também, o aumento de roubos e furtos de veículos. Os automóveis mesmo sendo novos emitem pelos seus escapamentos monóxido de carbono (CO), óxido de nitrogênio (NO), dióxido de enxofre (SO2) e os hidrocarbonetos (HC).

Desenhamos em dois cartazes, intitulados HOJE 2009 – MOTOR À COMBUSTÃO e FUTURO 2019 – MOTOR “FORÇA DE ATRAÇÃO”.

No primeiro cartaz, apresentamos o automóvel com motor à combustão em 2009, que emite gases poluentes pelo cano de escape. As emissões de gases de efeito estufa são os grandes responsáveis pelo aquecimento global.

O planeta Terra está com sérios problemas socioeconômicos e ambientais, devido o crescimento populacional, a concentração de renda, o nível alto de consumo, a extração de recursos naturais e o aumento da emissão de gases poluentes.

A indústria automobilística é uma das mais importantes dos países desenvolvidos. O setor automobilístico vem contribuindo nos últimos 60 anos para o crescimento econômico acelerado dos países membros do Grupo dos Seis (G-6). Nos EUA, podemos destacar duas grandes montadoras, a FORD e a GENERAL MOTORS. Na Alemanha, podemos destacar a VOLKSWAGEM e a MERCEDES-BENZ. No Japão, destacamos a TOYOTA e a HONDA. No Reino Unido, destaca-se a ROLLS ROYCE. Na França, a PEUGEOT e a RENAULT. E na Itália, destaca-se a FIAT. Os gases poluentes do automóvel movido a motor de combustão estão destruindo as árvores e poluindo o ar que respiramos.

Os países emergentes como o Brasil, a Rússia, a Índia e a China necessitam realizar mudanças necessárias para promover o desenvolvimento sustentável. O grupo BRIC (iniciais em inglês de Brazil, Russia, India and China), em particular, o Brasil, a 9ª economia do mundo, com o PIB de US$ 1,843 trilhão em 2007, de acordo com o cálculo de poder de paridade de compra (PPC) do Banco Mundial, necessita tomar decisões para contribuir para o desenvolvimento sustentável.

O Brasil produziu três milhões de veículos em 2008. O Brasil tem 136 carros por grupo de 1.000 habitantes, enquanto na Itália são 595 carros por grupo de mil habitantes, já nos EUA são 461 carros por grupo de 1.000 habitantes. A indústria automobilística mundial em 2009 enfrenta sérios problemas financeiros com a crise econômica internacional.

No segundo cartaz, imaginamos o Motor Magnético em 2019 em pleno funcionamento nos automóveis do mundo inteiro. Um Carro Ecológico com motor magnético que não emite gases poluentes e não produz barulho, e, sobretudo, não consome combustível. O Carro Ecológico com motor magnético é uma nova tecnologia de ponta.

Segundo o pesquisador tecnológico, Antonio Fernandes Júnior, “o motor magnético é um motor de força de atração”. Leia atentamente o objetivo e as aplicações do Motor Magnético.

Objetivo: Transformar um motor a explosão de combustível em um motor à explosão magnética, com a utilização de dispositivos geradores de campos magnéticos. Esta conversão permite substituir totalmente a utilização de combustíveis, utilizando parte da própria energia produzida.

Aplicações: Qualquer motor à combustão pode ser convertido, diminuindo ou suprimindo o uso de combustível. Para motores com a nova tecnologia sem a combustão, não serão necessários sistemas de arrefecimento do motor (água), trocas de óleo periódicas, escapamentos, catalisadores e outros itens relacionados à queima de combustíveis.
A utilização desses motores em geradores de energia, por exemplo, pode substituir as hélices dos geradores eólicos, criando usinas pequenas de fácil manutenção com energia gerada por vários anos, e próximo às cidades, reduzindo muito o custo de construção, transmissão e manutenção de usinas elétricas.

O pesquisador tecnológico Antonio Fernandes Junior patenteou o motor magnético em março de 2009 em Porto Alegre, RS. Durante a apresentação do projeto do Carro Ecológico sugiram diversas perguntas: Como funciona o motor magnético? Quais são os impactos negativos? Por que não há emissão de poluentes? Por que não faz barulho? Como aproveitar melhor o motor magnético? Quanto custa um Carro Ecológico com motor magnético? E o motor magnético não vai custar mais caro para o consumidor?

MOTOR DE COMBUSTÃO INTERNA

O motor à combustão aumenta a poluição, devido à quantidade de gases poluentes que estão sendo expelidos; piora as condições do ar que é respirado pela população nas grandes cidades do Brasil e do Mundo, que recebem um número cada vez maior de veículos e têm o problema agravado por causa dos engarrafamentos constantes.

De acordo com o Dicionário Aurélio, “Motor de combustão interna. 1. Aquele em que cada cilindro que o compõe recebe ar, inicialmente, durante o movimento ascendente do êmbolo, e esse ar, depois de fortemente comprimido, recebe uma injeção de combustível líquido, que se vai inflamando à medida que entra em contato com o ar comprimido aquecido”.

Quase todos os carros atuais usam motor de combustão interna a pistão porque esse motor é relativamente eficiente, relativamente barato e relativamente fácil de abastecer. O propósito do motor de um carro a gasolina é transformar em movimento o combustível. O modo mais fácil de criar movimento a partir da gasolina é queimá-la dentro de um motor. Portanto, o motor do carro em 2009 é um motor de combustão interna.
Quase todos os carros atualmente usam o que é chamado de ciclo de combustão de 4 tempos para converter gasolina em movimento. Ele é também conhecido como Ciclo de Otto, em homenagem a Nikolaus August Otto (1832-1891), pesquisador alemão que inventou em 1867 o motor de combustão interna. Os 4 tempos estão ilustrados na figura acima: 1. ADMISSÃO; 2. COMPRESSÃO; 3. COMBUSTÃO; e 4. ESCAPAMENTO.

O problema do desenvolvimento sustentável local, regional, nacional e global necessita de ações estratégicas, de políticas públicas, de pesquisas socioambientais e de inovações tecnológicas para preservação dos recursos naturais.

O projeto do Carro Ecológico com motor magnético, do ponto de vista ambiental, não causará problema, e sobretudo, do ponto de vista socioeconômico colaborará com a humanidade em os seus principais desafios, o aquecimento global, a pobreza mundial, o desemprego global e a violência internacional.

MOTOR MAGNÉTICO

De acordo com o pesquisador tecnológico, Antonio Fernandes Júnior, “O motor magnético não usa qualquer tipo de combustível. O motor magnético não precisa reabastecer no posto de gasolina. O motor magnético é uma alternativa inovadora para a indústria automobilística mundial. E o motor magnético irá contribuir para uma melhoria significativa da qualidade de vida de todos”.

Em 2019 prevemos o mercado automobilístico mundial dominado por carros com motores elétricos e carros com motores magnéticos, pois são ótimos dispositivos antipoluentes. É fundamental mais incentivos, mais parceiras, mais recursos dos governos, das universidades, da sociedade civil organizada e, sobretudo, das empresas privadas por Carros Ecológicos, porque será a preferência dos consumidores nos países desenvolvidos e nos países emergentes.

O Motor Magnético irá contribuir para melhorar a qualidade de vida da humanidade, extinguindo a queima de combustível, diminuindo brutalmente o uso do petróleo e os seus derivados. O Motor Magnético é um projeto patenteado por um pesquisador tecnológico brasileiro. O Motor Magnético é uma inovação tecnológica.

Os gases poluentes que provocam o efeito estufa estão causando as mudanças climáticas. Nos últimos 100 anos aumentou em 0,7 graus Celsius a temperatura média anual da Terra. Os cientistas do mundo inteiro afirmam que o aquecimento global esta ocorrendo em função do aumento de gases poluentes na atmosfera, principalmente de gases derivados da queima de combustíveis fósseis nos transportes. Estes gases (em especial o dióxido de carbono) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o efeito estufa. Os cientistas prevêem que a Terra vai aquecer de 1,4ºC a 5,8º C até o ano 2100.

O Brasil é um dos maiores emissores de gases de efeito estufa do mundo, devido à queima de combustíveis fósseis e principalmente, ao desmatamento de suas florestas, sobretudo a Floresta Amazônica. O Brasil precisa promover a prosperidade sustentável através do uso eficiente dos recursos naturais. O Brasil ratificou o Protocolo de Kyoto em 1997.

Desenvolvimento Sustentável significa desenvolvimento que satisfaz as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades. Todos estão muito preocupados com as enchentes e as secas, como também, com as ondas de calor e de frio ocasionadas pelo aquecimento global. A palavra de ordem é mudança! Precisamos mudar o planeta Terra e melhorar a qualidade de vida de 6,5 bilhões de terráqueos!

Durante a Investigação Apreciativa do GLOBAL FORUM, posso relatar que na mesa do Grupo 32, o engenheiro Mauricio Lins Porto, coordenador da Unidade de Tecnologia e Informação (UNITEC), relatou o projeto ECOTUBO do SENAI-PB em parceria com uma empresa privada de Campina Grande, a INDUSPLAT. Segundo Maurício Lins Porto, “Como morador do bairro de Santa Rosa, recolho as garrafas PET em minha residência, para serem utilizadas como tubo de esgoto. Na rua onde moro com cerca de 30 casas e média de 120 pessoas, os catadores de lixo na quarta-feira são responsáveis pela captação das garrafas PET para serem recicladas. Essa reciclagem evita a poluição ambiental, gera receitas, evita a acumulação de lixo (logo a não proliferação do mosquito da dengue) e, sobretudo, contribuir para a preservação do meio ambiente”.

No GLOBAL FORUM nosso grupo cresceu com as apresentações e conquistou novos membros: Socorro (FIEP-PB), Flávia (SESI-PI), Ana Karine (AK MODA ÍNTIMA-PI), Paulo (GRÁFICA HALLEY-PI) e três jovens estudantes, Luiz Renato Júnior, Sinval e Dehon. O grupo 17, agora formado por cinco mulheres e nove homens que idealizaram a logomarca e o slogan do Motor Magnético.

Segundo o Grupo 17, “Agora em 2019 com a utilização do motor magnético, patenteado em abril de 2009, adaptável a qualquer motor da época, com baixo custo e com apoio do Sistema FIEP, da Universidade Federal da Paraíba e dos governos. Constatou-se que 90% dos automóveis do mundo inteiro já utilizam essa tecnologia de ponta, constatou-se a diminuição de 80% da poluição do ar”.

Em 2019, o trânsito caótico das grandes cidades do mundo pede um Carro Ecológico com Motor Magnético. Ele consegue melhor desempenho econômico e ambiental, tem potência e não há ruído. O Carro Ecológico está atraindo a atenção dos consumidores do mundo inteiro.

De acordo com o pesquisador tecnológico Antonio Fernandes Júnior, “Título da Patente: MOTOR MAGNÉTICO. Data da Patente: Março/2009. Palavras-Chave: Motor Magnético ou Motor Repulsão/Atração. Resumo: Sistema que substitui a explosão do motor à combustão pela força do magnetismo, podendo ser convertidos os motores atuais ou construídos novos com esta tecnologia”.

O Motor Magnético é um mecanismo capaz de fornecer energia mecânica graças ao fato de transformar a energia potencial presente no campo magnético de ímãs em energia mecânica. As câmaras de atração e repulsão magnética constituída de conjuntos de ímãs fixos e conjunto de ímãs móveis e; os conjuntos de ímã fixos e de ímãs móveis referidos apresentam uma distribuição de polaridade adequada; o movimento dos referidos conjuntos de ímãs móveis entre os também referidos conjuntos de ímãs fixos resulta num movimento, este vaivém é transformado em movimento de rotação pela ação de uma haste sobre um eixo de manivela e disponibilizado em uma tomada de potência, possui ainda gerador, motor de partida e freio.

Observe atentamente a logomarca do Motor Magnético. Esta logomarca foi idealizada e elaborada pelo grupo agora composto por quatro mulheres, a psicóloga Cíntia do SESI-TO (escolhida a nossa líder), a economista Socorro Gomes da FIEP-PB, a empresária Ana Karine da AK Moda Íntima-PI e a Flávia do SESI-PI. Com mais mulheres no grupo ocorreu um salto de qualidade e de entusiasmo em defender o nosso projeto. A logomarca e o slogan foram frutos desta parceria entre mulheres e homens em proteger a mãe Terra.

O Motor Magnético (em inglês Magnetic Motor) poderá contribuir para o sucesso de empreendimentos com responsabilidade socioambiental. O Motor Magnético é zero por cento de consumo de combustível. O Motor Magnético é zero por cento de emissão de gases poluentes. O Motor Magnético é 100 por cento de melhor qualidade de vida para a humanidade.

Segundo o pesquisador Antonio Fernandes Júnior, “A empresa que obtiver a permissão de uso desta nova tecnologia será líder mundial em seu seguimento, seja energia, automotiva, transportes, entre outros setores da economia de mercado capitalista”.

Na revista Quatro Rodas de Abril de 2009, edição nº. 590, dois carros são destaques: 1. DODGE CIRCUIT EV: O FUTURO CHEGOU! 2. TATO NANO: Como anda o carro mais barato do mundo. Segundo a reportagem da página 44, “(...) no dia 2 de março deste ano, no Centro de Treinamento de Trânsito de Genebra, onde sentei-me ao volante de um carro elétrico, o Dodge Circuit EV. Movido por baterias de íon de lítio, semelhantes às de celular ou computador portátil, este esportivo faz parte de uma estirpe que promete colocar em xeque a hegemonia do motor a combustão. Essa revolução parece distante? Nem tanto. A se concretizar a previsão da Chrysler, o modelo desembarca nas concessionárias americanas ainda em 2010”. Na mesma página o repórter Fernando de Barros comenta, “(...) piso firme no acelerador e, sem precisar engatar marcha alguma (não há pedal de embreagem e muito menos câmbio, seja automático, seja manual neste automóvel), acelero a máquina. Novamente ele dispara, ligeiro e silencioso”. Já na página seguinte o repórter da Quatro Rodas afirma, “O único barulho que escuto enquanto acelero o Circuit EV é o discreto assobio que vem do atrito dos pneus rolando pelo asfalto da pista do Centro de Treinamento em Genebra”. O Carro Elétrico tem potência de 268 cavalos a 1 rpm, autonomia entre 240 e 332 km, uma marcha à frente e ré, pesa 1.181 kg e precisa de apenas 4 (horas) numa tomada de 220 Volts para recargar. E o repórter brasileiro questiona: “E por quanto ele estaria disponível? “É prematuro dizer”, diz Gavillán, que aposta em escala para baixar o custo”. Portanto, o Carro Elétrico Dodge EV não tem preço definido pela montadora americana Chrysler.

Na Índia, o novo carro do povo chama-se NANO. De acordo com a revista Quatro Rodas (Abril/2009, p. 53), “(...) o novo Tata Nano, cujo preço de entrada de 1700 libras (2500 dólares ou 5500 reais)”. Na página seguinte o jornalista Steve Cropley afirma, “É de duvidar que, em toda a história da indústria automotiva, uma empresa tenha buscado com tanta determinação remover o custo como barreira a seus clientes”. O motor do Nano é de 33 cavalos a 5500 rpm, câmbio manual de 4 marchas, com velocidade máxima de 110 km/h e pesa apenas 600 kg. A empresa indiana Tata Motors pretende lançar o Nano no Brasil entre 2010 e 2011.

O motor magnético será fonte renovável, não poluidor e econômico. O motor magnético irá substituir o motor de combustão interna. O motor magnético já está em fase de testes no Japão. Segundo os cientistas, “O Magnetismo a energia do FUTURO. Baseado num simples princípio básico de atração e repulsão de corpos magnéticos. Já é possível colocar em movimento perpétuo um sistema que permite gerar energia mecânica de forma contínua e quase ilimitada. Um motor que pode gerar movimento sem consumir nenhuma energia, sem ruído e sem poluição. (...) será a nova revolução energética do século! O mundo nunca mais será o mesmo!”.

Sem dúvida nenhuma, os recursos naturais da Terra são limitados. Hoje e no futuro é fundamental uma utilização mais criteriosa e prudente dos recursos naturais renováveis ou não. A Economia Sustentável objetiva manter os recursos naturais para as futuras gerações. O projeto do Carro Ecológico com motor magnético contribuirá com a diminuição das emissões de gases do efeito estufa, consequentemente com a desejável reversão do aquecimento global.

Como economista até conversei em inglês e atuei como tradutor nas conversas dos membros do meu grupo com o palestrante americano Bauback Yeganeh, Ph.D., Consultor da Everidian (http://www.everidian.com/) e autor de diversos artigos sobre ECO-ADVANTAGE. O palestrante Bauback Yeganel apresentou uma excelente palestra intitulada No contexto de crise e ameaça ao desenvolvimento sustentável: desafio da aprendizagem operacional.

Parabenizo os dois facilitadores, o americano Ronald Fry, Diretor do Departamento de Desenvolvimento Organizacional da Case Western Reserve University e a paraibana e Ph.D. Ilma Barros, presidente da Infinity International e Consultora do Banco Mundial, na aplicação dos princípios da Investigação Apreciativa, metodologia criada por Ronald Fry juntamente com David Copperrider na Case Western Reserve University, de Cleveland, Ohio, EUA.

Foram três dias inesquecíveis! Fiz amigos oriundos do Piauí, Tocantins, Paraná, interior da Paraíba e dos EUA. Conheci o pesquisador tecnológico, o paulista Antonio Fernandes Júnior. Foram três dias onde o Sol nasceu primeiro para todos! Eu também revi amigos, como a minha querida professora Zélia Almeida (Conselheira Efetiva do CORECON-PB), as simpáticas e competentes Yone Medeiros (Relações Públicas da FIEP-PB) Núbia Gonçalves (Coordenadora do UniGente) e Elianete Paiva (CIN-PB), o professor Luiz Renato Pontes (Pró-Reitor da UFPB), o economista Pedro Aurélio (Diretor Técnico do SEBRAE-PB), o economista Ricardo Padilha, o cooperativista Djaci Almeida (professor da CODISMA), o economista Barros, o administrador Marco Antônio (presidente do CRA-PB), o jornalista José Vieira Neto, o fotografo Jerônimo e outros amigos, que sempre perguntavam pelo meu pai, o professor Paulo Galvão.

No ponto mais extremo oriental das Américas, com os palestrantes e os participantes do Global Forum América Latina aprendemos mais sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Aprendemos mais sobre a Responsabilidade Social, a Responsabilidade Socioambiental e a Responsabilidade Social Empresarial. Aprendemos mais sobre a importância da coleta seletiva do lixo, do papel reciclado, da sacola reciclável, do algodão colorido e da energia solar. Vamos preservar a natureza com a diminuição dos gases poluentes que provocam o efeito estufa, principalmente o dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido nitroso (N2O), ozônio (O3) e clorofluorcarbono (CFC) – gás responsável pela destruição da camada de ozônio.

Há anos que a República Popular da China vem se preparando para ser a maior economia do mundo ainda no século XXI! Há anos que João Pessoa vem se preparando para ser uma cidade mais sólida economicamente, mais justa socialmente, mais correta ambientalmente e que poderá se consolidar como pólo turístico da Região Nordeste ainda no século XXI. Há anos que aprendi com os israelenses que a água é muito valiosa e escassa em vários países e, sobretudo, com muitos investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), produzimos os melhores produtos do mundo. A empresa israelense Arad Ltd. Dalia (http://www.arad.co.il/) produz os melhores hidrômetros da Terra, com uma tecnologia de ponta na medição de água.

Segundo a revista Superinteressante (dez./2007, p.16), na edição verde histórica intitulada A Última Chance de Salvar a Terra, “(...) Por acreditamos que estamos em um momento decisivo. Temos que escolher como vamos nos organizar – e que planeta entregaremos para a próxima geração. Ou esgotamos a capacidade de renovação ambiental ou construímos uma sociedade genuinamente sustentável”. Posteriormente de acordo com a revista Superinteressante (dez./2007, p.51), “A nova receita para salvar o mundo, dizem Nordhaus e Schellenberger, é investir com vontade em novas tecnologias. Algumas foram inventadas, mas precisam de ajustes para ser economicamente atraentes. Já outros desafios para diminuir o impacto negativo do homem no ambiente demandam pequenas revoluções tecnológicas. De uma forma ou de outra, é preciso muito dinheiro para obter grandes avanços no curto espaço de tempo que temos. Nordhaus e Schellenberger acham que os EUA, como maiores poluidores histórico, devem dar o exemplo e até orçam o investimento:US$ 300 bilhões em apoio a pesquisas, nos próximos 10 anos”.

O Carro Ecológico com Motor Magnético é fruto dos investimentos em educação no Brasil. São as universidades públicas e privadas que formam os novos professores, novos psicólogos, novos engenheiros, novos economistas e novos pesquisadores tecnológicos. A República Federativa do Brasil precisa, urgentemente, realizar grandes investimentos em educação... Educação de qualidade! A Educação é uma prioridade entre as ações estratégicas do GLOBAL FORUM MUNDIAL. Eu concordo com a BUNGE, ao divulgar na revista Exame, “A educação é o principal vetor para o desenvolvimento sustentável... a educação é o fertilizante do futuro!”.

O Brasil é um exemplo mundial nas iniciativas de sustentabilidade. Urgentemente, precisamos tomar decisões para contribuir para o desenvolvimento sustentável. O projeto do Motor Magnético necessita do muito apoio, sobretudo de apoio financeiro. Lembre-se que o inventor do avião, o brasileiro Alberto Santos Dumont (1873-1932), realizou inúmeras experiências antes do grande voo do 14-Bis em Paris, a cidade mais verde do mundo. Enfatizo que Santos Dumont recebeu apoio financeiro da sua rica família de cafeicultores e moradores na cidade paulista de Ribeirão Preto; assim ele dedicou-se aos estudos da ciência e da mecânica e vivendo tranquilamente na capital francesa. Ao contrário de outros aeronautas do início do século XX, que deixava suas pesquisas como domínio público e sem registrar patentes.

Hoje, estamos apoiando com entusiasmo um projeto de um pesquisador tecnológico brasileiro, sem recursos financeiros. Ele já patenteou o motor magnético na capital gaúcha. E na segunda cidade mais verde do mundo, atrás apenas de Paris, revelou a sua brilhante ideia. É muito importante identificar alternativas para transformar o mundo cada vez mais sustentável.

De acordo com o presidente dos EUA, Barak Hussein Obama, “Podemos transformar esta crise de aquecimento global em uma oportunidade para inovar, e para incentivar empreendimentos que servirão de modelo para o mundo. Sejamos a geração que faz com que as futuras gerações tenham orgulho do que nós fizemos aqui...Este é o momento em que devemos nos unir para salvar este planeta. Devemos tomar a decisão de que não deixaremos para nossos filhos um mundo em que os oceanos se elevam, a fome se espalha, e tempestades terríveis devastam as nossas terras... Este é o momento em que devemos devolver às nossas crianças o futuro que pertence a elas. Este é o momento para agirmos em unidade...”.

Agradeço o convite do presidente do CORECON-PB, o economista Celso Pinto Mangueira e, principalmente parabenizo a ele e sua equipe pelas ações que possibilitaram o CORECON-PB como parcerias estratégicas do GLOBAL FORUM, ao lado de conceituadas empresas públicas como os CORREIOS e de renomadas universidades privadas como o UNIPÊ.

E, sobretudo, parabenizo a comissão organizadora, liderada pelo presidente da FIEP, o empresário Francisco de Assis Benevides Gadelha. Como muito bem disse na solenidade de abertura do GLOBAL FORUM AMÉRICA LATINA – CALL FOR ACTION NORDESTE 2009, o governador do Estado da Paraíba, José Targino Maranhão, “Buega Gadelha, Parabéns!”.

Debatemos ações que contribuíssem para a melhoria da qualidade de vida da humanidade. Observei atentamente vários projetos. O projeto do motor magnético foi o que mais me entusiasmou e me conscientizou em pensar e agir em prol de um futuro melhor. Foram três lindos dias, onde os campos de petróleo, a Guerra do Iraque, o preço do barril de petróleo em dólares, a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), os navios petroleiros, as descobertas do Pré-Sal brasileiro, o preço da gasolina em reais na capital paraibana não foram os assuntos dominantes no grupo 32. Debatemos a energia eólica como uma energia limpa e renovável. No município paraibano de Mataraca encontramos as turbinas eólicas. Debatemos os impactos nocivos ao meio ambiente e ao ser humano provocado pelos gases dos escapamentos dos automóveis. Debatemos o aquecimento global.

Enfim, o projeto do Carro Ecológico com motor magnético em benefício do mundo foi apresentado oficialmente no GLOBAL FORUM AMÉRICA LATINA e valorizado na segunda cidade mais verde do mundo. O projeto do Carro Ecológico com motor magnético provoca ações ambientalmente corretas e principalmente, almeja participar do GLOBAL FORUM 2009 (http://www.globalforum2009.com/), a ser realizado de 2 a 5 de junho de 2009 no país mais rico, mais poluidor e mais democrático do mundo. Vamos trabalhar em prol do desenvolvimento econômico e do bem-estar da humanidade com a preservação do meio ambiente!


*Artigo publicado em 12/05/2009 no blog, www.paulogalvaojunior.blogspot.com

LEIA TAMBÉM SOBRE O PROJETO DE ANTONIO FERNANDES NO CLICANDO AQUI

0 comentários:

Postar um comentário

Curta Facebook

GRÁTIS: Receba Novidades de EnergiaLivre em seu e-mail

Digite seu e-mail:

 

Postagens populares: