segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Primeiro Comercial de Carro Elétrico no Brasil - Vendido no Brasil em 2014 - Policiais já usam eletricos Leaf e até o luxuoso Edge no Rio de Janeiro



Nissan do Brasil está em processo de homologação do seu carro elétrico Leaf, conforme informa Anderson Suzuki, Gerente de Novos Negócios da empresa, e, se tudo ocorrer bem, o modelo estará à venda na rede de concessionários da marca no início do próximo ano.

Nissan Leaf 2014

Nissan Leaf não é, porém, o primeiro carro elétrico à venda no Brasil, visto que a Mitsubishi já oferece no Brasil o i-Miev - carro que tem preço proibitivo na casa dos R$200 mil reais.

Nissan Leaf 2014

A Renault-Nissan é líder global de vendas de carros elétricos, sendo a marca japonesa vem dando eloquentes demonstrações de que o segmento elétrico é um aspecto estratégico em seu planejamento, sendo a primeira montadora do mundo a nomear um executivo para tratar exclusivamente de carros elétricos.

Nissan Leaf 2014

No Brasil, a Nissan já estabeleceu uma parceria com a Polícia Militar do Rio de Janeiro para um projeto piloto no qual fornece duas unidades do Nissan LEAF para uso da Corporação. Esse projeto terá duração de três meses, a partir de agosto, sendo que tais unidades farão o patrulhamento da orla marítima da cidade do Rio de Janeiro.

Nissan Leaf 2014

Além do Rio de Janeiro, a Nissan também já testa em São Paulo, desde 2012, duas unidades do Leaf como taxis, em uma parceria entre a Prefeitura, a Nissan e a Eletropaulo.

Nissan Leaf 2014

O Nissan Leaf 2014 recebeu alterações estéticas e mecânicas com o objetivo de deixá-lo mais confortável, eficiente e com maior autonomia. Assim, foi adotado um novo conjunto motriz que integra um motor de 80 KW AC alimentado por um módulo de baterias de íon-lítio, montadas na parte de baixo da cabine, de forma a reduzir o centro de gravidade do carro.


Com as alterações introduzidas, o Nissan Leaf agora tem uma autonomia certificada de 199 quilômetros, segundo a norma européia - um avanço de 24 KM em relação ao modelo anterior.


Além disso, o novo sistema de recarga permite que o tempo de carga total tenha se reduzido de 8 horas para 4 horas.

FONTE

Frotas policiais do Brasil usam elétrico Leaf e até luxuoso Edge

21/08/2013

Há cada vez mais montadoras fornecendo seus modelos para as forças polícias brasileiras. A Renault entregou recentemente unidades do SUV compacto Duster e do sedã médio Fluence para a PM (Polícia Militar) do Estado do Paraná. Em São Paulo, a chinesa Chery, que chegou há pouco tempo ao país, já transformou o hatch Celer em viatura da Policia Rodoviária. E a cidade do Rio recebeu nesta terça-feira duas unidades do elétrico Nissan Leaf, ainda em caráter provisório (os testes devem durar três meses), para o patrulhamento de pontos turísticos, como a praia de Copacabana, pelo BPTur (Batalhão de Policiamento de Áreas Turísticas). 
Os modelos são os mais diversos em todo o país. Em todos os Estados há compactos populares no patrulhamento urbano, como Volkswagen Gol e Fiat Palio, cujos preços cheios orbitam a faixa dos R$ 30 mil. No Rio de Janeiro, há também unidades do sedã Renault Logan. Mas há casos extremos, com modelos mais caros.
O Leaf que agora serve à polícia do Rio é um exemplo. Ainda é raro encontrar um deles em configuração "paisana" no país. Elétrico puro, com autonomia máxima de 160 quilômetros, não chegou a ser vendido a pessoas físicas -- especula-se que o preço, neste caso, ficaria entre R$ 130 e R$ 150 mil. Mas, segundo a Nissan, já são 35 unidades rodando como documentação de pessoa jurídica e/ou em concessão provisória para verificar a infra-estrutura necessária para o país. Em São Paulo, são dez unidades rodando como táxi; na capital fluminense, outros 15 fazem o mesmo serviço, além de unidades executivas no Sudeste e também no Sul do país. Em Santa Catarina, há SUVs luxuosos como o Ford Edge, canadense que varia de R$ 124 mil a R$ 149 mil, na frota policial.
Claro, comprados por licitação, nenhum deles -- populares, luxuosos ou de nicho -- custa tão caro. A negociação geralmente envolve: a proposição por parte dos governos sobre o equipamento básico e o porte dos carros; a apresentação de propostas e valores por parte das montadoras interessadas; por fim, a escolha do vencedor, com base no menor preço pela proposta adequada. Há ainda benesses como isenção de impostos e taxas que seriam obrigatórios a qualquer outro comprador. Os valores finais, porém, quse nunca são divulgados.
Para mais espaço para soldados e pessoas detidas, peruas não faltam à PM. A já clássica Chevrolet Veraneio foi trocada pela Volkswagen Parati e, mais recentemente, pela Fiat Palio Weekend (um dos carros mais usados pelos policiais em todo o Brasil). A Policia Civil, entretanto, registra um número maior de sedãs e hatches médios, com Ford Focus e Chevrolet Vectra.
TÁTICO TEM CARRO MAIOR
Operações táticas e batalhões de policiamento ostensivo, como a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, da Polícia Militar de São Paulo), adotam modelos ainda maiores. Rotulado como carro de polícia e preferido por oficiais, o Chevrolet Blazer envelheceu e perdeu terreno para o Toyota Hilux SW4.
Regiões com terrenos acidentados optam por SUVs 4x4, como o Mitsubishi Pajero Dakar, usados no interior de Minas Gerais, Goiás e Amazonas. Há batalhões que incorporaram picapes, como a nova Chevrolet S10, Mitsubishi L200, Ford Ranger e até Nissan Frontier.
A Policia Federal, que percorre locais de difícil acesso e áreas de fronteira, também utiliza frequentemente a picape da Nissan e até mesmo o SUV Pathfinder.
FONTE

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