Brasieiro inventa Motor Perpétuo Magnético e precisa de Patrocínio

Antonio Fernandes tem seu projeto na Associação Nacional de Inventores

Fazendeiro Chinês cria carro Eólico e Solar

Carro tem autonomia de cerca de 140 km

MDI:Carro Movido a Ar Comprimido

carro a uma velocidade de até 110/130 km/h, com um custo R$ 6,00 (seis Reais) a cada 250/300 km corridos

Patentes On Line de Energia Livre

Existem uma quantidade enorme de patentes de Energia Livre, tecnologia existe, só falta produzir em larga escala

Carro movido a Motor Magnético Perpétuo feito por um Americano

Além do motor do carro, este Americano construiu vários motores magnéticos em pleno funcionamento

Nikola Tesla criou a Energia Livre 1 Século atrás

Documentários mostram como já poderíamos estar utilizando Energia Livre já há 100 anos atrás.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Drone faz imagens incríveis da gigantesca torre de Tesla em teste na Rússia - Fontes russas afirmam que geradores poderão dobrar produção energética do país




Fontes russas afirmam que geradores poderão dobrar produção energética do país

''A eletricidade gerada no local é equivalente à produção de todas as outras matrizes energéticas do país''. Bobinas de Tesla servem para aumentar a tensão (voltagem), e não a quantia de energia. Tenha como analogia uma mangueira, e considere a água como a eletricidade, ao comprimirmos o bico de onde sai o liquido, aumentamos a pressão, mas não a quantidade de água. O ato também aumenta o alcance da água, a grosso modo, a ideia de Tesla era aumentar a voltagem a um nível que pudesse fazer a eletricidade percorrer longas distancias sem fio. De qualquer jeito, ainda fica o problema: de onde (e como) esta torre russa consegue mais energia do que todo o pais.


Distante cerca de 40 quilômetros a oeste de Moscou, uma estrutura gigantesca e futurista chama a atenção em meio à neve e aos pinheiros que compõem a paisagem local: ali, cientistas trabalham no Centro de Pesquisa de Geradores de Alta Voltagem Marx e Tesla. Baseada na tecnologia inventada por Nikola Tesla nos últimos anos do século XIX e também no gerador desenvolvido pelo alemão Erwin Marx alguns anos mais tarde, a estação seria capaz de gerar enormes quantidades de energia elétrica.
De acordo com uma TV russa, a eletricidade gerada no local é equivalente à produção de todas as outras matrizes energéticas do país, incluindo termoelétricas, hidroelétricas, nuclear, solar e eólica - todas combinadas. Só que este pico não se sustenta por mais de 100 microssegundos, de acordo com o site RT. Os pesquisadores agora se esforçam para tentar superar esta limitação.
Confira imagens aéreas da torre em funcionamento feitas por um drone:

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Sterling Allan e o humanismo de Tesla


"Todas as pessoas no mundo todo deveriam ter fontes de Energia Livre (...) A Energia Elétrica está por toda a parte presente em quantidades ilimitadas e podem alimentar o maquinário do mundo sem a necessidade de carvão, petróleo ou gás."
~Nikola Tesla

"Nikola Tesla não estava nisto pelo dinheiro. Ele queria dar a Energia Livre para o mundo. Se nós vamos implementar Energia Livre na tradição de Nikola Tesla, então temos que replicar não somente sua ciência mas também seu humanismo"
~Sterling Allan


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

[Video] Motor Magnético com Auto Aceleração




quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Bill Gates financia máquina que produz Energia e Água a partir do Esgoto

Imagine uma máquina que seja capaz de transformar dejetos humanos em água potável e de quebra produzir um pouco de energia elétrica. Seria uma bênção para diversas cidades que sofrem com a falta de água e apagões, além de ser talvez a salvação do futuro da raça humana.

Maquina-Bill-Gates1

Pois bem, por culpa de Bill Gates (sabe o tio Bill, lá da Microsoft? Ele mesmo!essa máquina já existe e funciona muito bem, obrigado. Através da empresa que possui com sua esposa, o empresário desafiou alguns pesquisadores a desenvolver soluções criativas para problemas da humanidade. Então, junto com Peter Janicki, foi criado o Janicki Bioenergy Omniprocessor.

Maquina-Bill-Gates2

Em resumo, a máquina é capaz de utilizar o material que vem do esgoto e em menos de 5 minutos transforma-lo em água potável. Mas o mais incrível são os números do equipamento. Com os dejetos de uma comunidade de 100 mil pessoas, o JBO consegue produzir 86 mil litros de água e 250kw de eletricidade por dia. E esses números podem variar, dependendo da densidade populacional. Confiram o maquinário em funcionamento:


Olha, se o próprio Bill Gates experimentou e falou que tá bom, quem somos nós para duvidar não?

Maquina-Bill-Gates3
Até o final do ano, Janicki levará o JBO para o Senegal, onde o colocara em uso a fim de detectar falhas e testar o sistema de controle a distância. Só resta torcer agora para que o sistema operacional do Omniprocessor não seja o Windows, senão vai ser um tal de travar e reiniciar toda hora que não será brincadeira… xP

Zueiras a parte, achei a ideia fenomenal. Quem dera mais gente com grana tivesse a disposiçãode resolver os problemas mundiais.

E vocês? O que acharam?

FONTE

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Biomassa já responde por quase 10% de toda a matriz energética do Brasil

Biomassa é a matéria de origem vegetal ou animal que pode virar energia. Entre os resíduos usados, está o bagaço de cana e os resíduos florestais.


A biomassa já responde por quase 10% da matriz energética brasileira e hoje é uma das principais linhas de pesquisa no país. Inclusive, já tem empresa produzindo a própria energia a partir da casca de arroz e de aveia.
A maioria dos brasileiros pode até não saber o que é biomassa, mas ela está pertinho da gente, todo santo dia. 
"Biomassa é toda matéria de origem vegetal ou animal que inclui resíduos, inclui plantações energéticas, inclui plantações de árvores, que podem ser também aproveitadas energeticamente e, até mesmo, resíduos sólidos urbanos, como, por exemplo, o lixo das cidades, resíduos rurais e resíduos de animais", explica Suani Coelho, coordenadora do Centro Nacional de Referência em Biomassa da USP (Universidade de São Paulo).
É difícil imaginar um país com mais biomassa que o Brasil e com tanto potencial. A biomassa responde por 9,53% da matriz energética brasileira.
Destaque para o bagaço de cana, resíduos florestais, lichivia, que é um subproduto da indústria papeleira, biogás do lixo e de resíduos agropecuários, casca de arroz, entre outras fontes. Mas, segundo os cientistas, o potencial de exploração energética da biomassa do nosso país equivaleria em uma conta conservadora a pelo menos quatro hidrelétricas de Itaipu.
Apenas a queima do bagaço de cana gera 10 mil megawatts. "Metade disso é para consumo próprio das usinas, mais ou menos metade é usada para ser exportada para a rede. Mas nós temos um potencial para dobrar essa exportação para a rede, portanto podemos ter mais de  uma Itaipu sendo produzida e sendo injetada na rede", aponta Suani Coelho.
É recente no país a exploração do gás do lixo, como já existe nos dois principais aterros de São Paulo. O Bandeirantes e o São João já foram desativados, mas continuam gerando aproximadamente 3% de toda a energia elétrica consumida na maior cidade do país. Mas se lixo urbano gera energia, o que dizer do lixo agrícola?
Uma fábrica de aveia no Rio Grande do Sul descobriu há três anos que a casca do cereal, descartada como resíduo, poderia substituir o gás natural. Desde então, 2.500 kg de casca são queimados por hora, uma economia de 30% no consumo de energia.
"Essa economia, além das mais de mil toneladas de gás efeito estufa que nós deixamos de pôr no ambiente, acaba tendo também uma economia real monetária e este é um bom exemplo em que nós produzimos de uma forma mais limpa e temos também o beneficio econômico", afirma Manuel Ribeiro, vice-presidente de operações da PepsiCo Brasil.
A matriz da multinacional festeja o feito da filial brasileira. É a primeira unidade deles no mundo que apostou na casca de aveia e se deu bem. E o que vale para a casca de aveia, vale também para a casca de arroz.
Uma fábrica na cidade gaúcha de Alegrete recebe todo o arroz produzido emum raio de 200 km.
A montanha de grãos que chega lá tem dois destinos. O miolo do arroz vira alimento. A casca se transforma em 5 megawatts de energia, o suficiente para abastecer a fábrica inteira e ainda cerca de 14 mil residências.
E do processo, patenteado pela empresa, saiu ainda um novo produto: a sílica ecológica, usada para engrossar a mistura de concreto e argamassa.  
"Hoje essa sílica é uma realidade da empresa e nós já  estamos comercializando em todos os estados da Região Sul e, inclusive, no estado de São Paulo", informa Lucas Matel, engenheiro químico da empresa.
O poder energético da biomassa é tão importante que se tornou uma das principais linhas de pesquisa da Embrapa Bioenergia, em Brasília.
Em uma parte do laboratório são guardadas amostras de biomassa que estão sendo investigadas pelos pesquisadores da Embrapa. O cavaco de madeira é um resíduo muito comum na  indústria de papel e celulose no Brasil. Tem ainda o capim elefante, que já é fonte de energia na Bahia.
Os gaúchos conhecem a casca de arroz queimada que vira energia renovável e a estrela de todas as biomassas de origem vegetal: o bagaço de cana. O objetivo das pesquisas é abrir novos caminhos no mercado para essas e outras fontes de energia vegetais.
Todas as amostras do laboratório são trituradas em máquinas especiais. Depois, esses equipamentos medem o quanto de energia cada uma é capaz de gerar. Os resultados são animadores.
"A grosso modo, falando, a gente poderia, com as tecnologias que temos hoje, talvez ter mais duas ou três ou mesmo quatro Itaipus de biomassa. Em uma época em que a energia está tão cara e tão escassa, isso faz diferença", diz José Dilce Rocha, pesquisador da Embrapa Agroenergia em Brasília.
No país do pré-sal, não é preciso buscar nem muito fundo, nem muito longe, energia limpa e renovável barata e farta. Basta prestar atenção no que está por aí.

VEJA MAIS:

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Pelo fim da gasolina, Tesla Motors abre patente de carros elétricos



A Tesla Motors vai liberar sua tecnologia patenteada em veículos elétricos para qualquer pessoa, numa tentativa de estimular a inovação. A informação foi divulgada em um post no blog da companhia por Elon Musk, CEO da Tesla.

Segundo ele, a empresa se compromete a não entrar com processos por patentes contra quem utilizar sua tecnologia, desde que seja “de boa fé”. A iniciativa pode aquecer o mercado de carros elétricos, que hoje representam menos de um por cento das vendas das montadoras. Musk afirma também que o sistema atual de patentes muitas vezes sufoca a inovação em si e apoia grandes empresas, em vez de ajudar pequenos inventores.

“A Tesla Motors foi criada para acelerar o advento do transporte sustentável", declara, “se nós abrimos o caminho para a criação de veículos elétricos, mas, em seguida, inibirmos outros, estamos agindo de maneira contrária a esse objetivo”.

A decisão de abertura das patentes pode tornar o mercado mais competitivo e, com isso, acelerar o crescimento no número de compras.

“Quando começamos, nos sentimos compelidos a criar patentes sem a preocupação de que grandes empresas de automóveis poderiam copiar nossa tecnologia e oprimir a Tesla. Não poderíamos estar mais errados”, afirma Elon Musk.

O executivo cita ainda o movimento open source para justificar a nova postura da companhia. Grandes empresas, como Google e Twitter, já seguem por esse caminho, liberando pequenas patentes, até agora.  No futuro, a medida pode significar maior apoio para pequenos inventores e desenvolvedores.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Plano para construção do Gerador Quântico de Energia Elétrica


A Fix the world , uma fundação Estadunidense divulgou a planta do gerador quântico de energia elétrica na semana passada,esta planta foi traduzida para o português brasileiro e já estou publicando aqui os links para tornar viral esta luz . Eu particularmente confio na autenticidade do dispositivo proposto , visto que tenho acompanhado a Fix The World de alguns anos para cá, eles sempre falavam uma coisa ou outra a respeito do que ocorria por trás dos bastidores mas nunca divulgaram nada tão pontual. Outro motivo que me deixa clarificado em relação a planta é que foi mestrada e guiada não só a planta mas como a prática da montagem e execução do gerador pela Ministérios WITTS uma fundação de  engenheiros, uma sociedade de lutadores pela tecnologia por uma humanidade melhor que tem mais de 200 anos de existência , isto já me deixa bem certo das propriedades do dispositivo.
Site da Witts Ministries
 Site da Fix the World


 Vamos ao gerador

 O gerador quântico de energia elétrica possui duas partes fundamentais, uma delas é  o núcleo onde é gerado um campo quântico ,outra parte é um motor elétrico que é sempre tirado da inércia por meio de um banco de baterias usadas apenas para o start ou a mercê do utilizador utiliza-se a  cinética como por uma manivela por exemplo.

Vale lembrar que o ministério de minas e energia vai tentar minar os utilizadores do gerador , uma forma de fazer isto é provando que o utilizador usou a energia elétrica fornecida pelas concessionarias para dar o start no aparelho por isto  se você vai montar o Seu QEG (abreviação para Quantum Energy Generator) lembre-se.......SEMPRE USE UM BANCO DE BATERIAS OU UM DISPOSITIVO ESPECIAL PARA DAR O START.
A enquete "qual é a brecha que os demônios do poder vão encontrar em nós?" deve ser sempre lembrada entre nós os aspirantes á energia livre  popular sejamos amadores ou profissionais.
Neste link temos uma história real de fracasso envolvendo este quadro

Por meio de uma correia V de transmissão o motor elétrico transmite sua energia cinética ao núcleo e , a partir daí o núcleo se revolta gerando um campo energético de alto rendimento quando a energia gerada é transbordada livremente tendo parte  lançada ao motor elétrico alimentando-o (neste momento as baterias do start não precisam alimentar o motor elétrico; elas são usadas só para acionar o aparelho).

Este gerador é uma patente livre de Nikola Tesla.

Somos um, somos um código aberto !

Download dos planos no link abaixo
http://be-do.com/media/kunena/attachments/643/PlanotcnicodeconstruodoQEG.pdf

http://geradorquantico.blogspot.com.br/

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Energia que nasce debaixo dos pés e das rodas dos carros

Tecnologia portuguesa aproveita a energia cinética de peões e veículos para produzir energia eléctrica. Primeira instalação vai ser numa passadeira na Covilhã.
Filipe Casimiro (à direita) e Francisco Duarte já ganharam vários prémios pela tecnologia Wayenergy RUI SOARES/ARQUIVO

Peões que geram energia para abastecer painéis luminosos. Carros que ao travarem alimentam os semáforos. A tecnologia que torna isto possível não é nova mas só agora vai sair do laboratório para uma rua da Covilhã. O ambiente agradece e a autarquia poupa na factura da luz.
A ideia nasceu há cerca de quatro anos nas cabeças de Filipe Casimiro, de 27 anos, e Francisco Duarte, de 29, enquanto acabavam o curso de Engenharia Electromecânica na Universidade da Beira Interior (UBI), naquela cidade do distrito de Castelo Branco.
Desde que decidiram concretizá-la, em 2010, ganharam três prémios pela inovação e criaram uma empresa, a Waydip, para a desenvolver.
A tecnologia, designada Wayenergy, permite converter a energia cinética, associada ao movimento da passagem de pessoas e veículos, em electricidade.
“O conceito de geração de electricidade através da energia do movimento já existia. A tecnologia que permite fazer a conversão é que é nova, fizemos o registo da patente a nível mundial”, afirma Francisco Duarte.
Depois de algum tempo a desenvolver protótipos em laboratório, o sistema vai agora ser testado pela primeira vez em ambiente real na passadeira de acesso ao Hospital Pêro da Covilhã, que fica na principal avenida de entrada na cidade. A experiência começa em Maio.
Junto à passadeira será instalado no passeio o sistema Wayenergy People, que aproveita a electricidade assim gerada com o movimento de peões, para alimentar um painel luminoso de informação. “Quando não há pessoas para atravessar, o painel está desligado”, explica o engenheiro electromecânico.
Sob as lombas que antecedem a passadeira, será instalada a tecnologiaWayenergy Vehicles, para produzir energia com a passagem e travagem dos carros. Esta será utilizada na iluminação dos semáforos.
Vender à rede
O peso é factor determinante: quanto mais pesado for o elemento que passa sobre o piso, mais energia é gerada. Cada placa ou mosaico do sistema tem incorporados pequenos motores que, quando são pressionados, produzem energia, que é acumulada em baterias. A que não for utilizada fica armazenada. “Para já, a energia serve para consumo local mas dentro de dois ou três meses o objectivo é vender à rede eléctrica”, acrescenta Francisco Duarte.
A experiência vai permitir acompanhar o comportamento do sistema, analisar a quantidade de energia produzida e a poupança de CO2 daí resultante, e fazer eventuais ajustes. O teste serve também para a Câmara da Covilhã, parceira neste projecto, apurar o número de veículos que passam na Alameda Pêro da Covilhã.
“Vamos analisar se podemos vir a instalar aquela ferramenta noutros locais e assim diminuir a factura da iluminação pública da cidade”, explica Pedro Farromba, vice-presidente da autarquia.
Se tudo correr bem, os fundadores da Waydip, onde trabalham cinco pessoas, querem conquistar outros mercados com a aplicação do sistema em locais muito frequentados, como centros comerciais, ginásios ou discotecas.
Este nicho está a ser explorado lá fora: por exemplo, em Londres (Reino Unido) e em Roterdão (Holanda) duas discotecas estão desde 2008 a aproveitar a energia gerada pelo movimento dos clientes na pista de dança, equipada com um piso piezoeléctrico, para a transformar em electricidade que alimenta o sistema de som.
A tecnologia valeu vários prémios à Waydip e até o reconhecimento, pela Kauffman Foundation, como uma das 50 start-ups mais promissoras a nível mundial. A empresa, que tem como objectivo a internacionalização, está instalada no Parkurbis - Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã e tem o apoio da UBI.

FONTE

Estudantes da Universidade Tecnológica do Paraná fazem um Fusca Elétrico

Conheça Thomas, um Fusca elétrico feito no Brasil

Um grupo de estudantes da Universidade Tecnológica do Paraná fez com que um simpático Fusca 1982  se tornasse um legítimo representante da classe dos veículos ecológicos ao trocar seu antigo motor à combustão interna por uma moderna unidade abastecida por energia elétrica.

Batizado de EcoFusca – ou Thomas,  como é carinhosamente chamado pelos seus criadores Bruno Masaharu Shimada, Danilo Yamazaki, Diego Francisco de Carvalho Rodrigues, Fernando Luiz Buzutti e Marcelo Shinji Otsuka, o carrinho foi o fruto de um projeto que começou no último mês de março e que resultou em sua apresentação “oficial” durante a última edição da Semana Nacional de Ciências, que aconteceu entre os dias 17 e 23 desse mês.
Thomas, o Fusca: elétrico
Apesar do tempo relativamente curto para sua execução, os jovens afirmam que os primeiros esboços surgiram na década de 80, quando o engenheiro elétrico londrinense Jilo Yamazaki projetou um veículo que dispensava o uso de combustíveis fósseis para se locomover. Este projeto foi usado como referência para a adaptação do Fusca.

O característico motor de 1.6 litro refrigerado à ar que desenvolvia cerca de 50 cv de potência deu lugar a uma unidade elétrica, produzida no Brasil, que tem módicos 15 cv a sua disposição.
Como os motores elétricos dispõem de 100% de seu torque desde 0 rpm, os estudantes dizem que Thomas é capaz de se locomover em trajetos urbanos com até mais disposição do que um Fusca comum. Mas questões de segurança fizeram com que o grupo limitasse sua velocidade máxima a apenas 60 km/h, “suficiente para trajetos na cidade”.
Thomas com seus "pais", estudantes da Universidade Tecnológica do Paraná e Jilo Yamazaki (ao centro), mentor do projeto.
A energia usada para abastecer Thomas vem de 25 baterias de chumbo-ácido (do tipo comum, usadas em automóveis), instaladas no lugar de seu banco traseiro e debaixo do capô dianteiro, onde costumava ficar seu tanque de combustível. ”O alto custo das baterias de íons de lítio as inviabilizaram no momento” afirmou Marcelo Shinji ao TB.

Por conta desta limitação, o EcoFusca tem autonomia de 60 quilômetros e seu tempo de recarga é de 8 horas. Só para comparar, as modernas baterias de ions de lítio do Mitsubishi iMievoferecem 160 km de autonomia, com tempo de recarga de 14 horas em uma tomada de 110V ou 7 horas em 220V (com 80% de sua capacidade em menos de 1h).

A adaptação de Thomas para eletricidade custou cerca de R$ 25 mil e seu custo por quilômetro rodado é de R$ 0,07, contra R$ 0,26 em um carro comum.
Veja abaixo um vídeo em que Thomas é apresentado.

Engenheiro paraguaio converteu fusca antigo em modelo elétrico com tecnologia de baixo custo.

Engenheiro paraguaio converteu fusca antigo em modelo elétrico com tecnologia de baixo custo. Investimento necessário gira em torno de U$ 7 mil
Um engenheiro paraguaio recém-formado criou um fusca elétrico que gasta o equivalente a R$ 3,50 a cada 100 quilômetros rodados. Agora ele pretende desenvolver uma tecnologia no país para fabricar componentes e converter carros em um sistema de baixo custo. O projeto teve início há dois anos, com apoio do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) do Paraguai.
Mario Vernazza, 25 anos, estudou Engenharia Mecânica Automotiva na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), no Rio Grande do Sul. Após uma conversa com o pai, decidiu montar o carro e começou a procurar peças no Brasil, China, Argentina e Estados Unidos, país onde conseguiu comprar um kit com motor, controlador, carregador e bateria.
Christian Rizzi/Gazeta do Povo
Christian Rizzi/Gazeta do Povo / O motor de 96 volts permite velocidade de até 120 km/hAmpliar imagem
O motor de 96 volts permite velocidade de até 120 km/h
O engenheiro investiu US$ 15 mil para adquirir as peças, fazer testes e ajustes no veículo. Vernazza já tinha um Fusca 76, mas adquiriu um modelo 85 para colocar o projeto em prática. A montagem começou a ser feita em janeiro de 2013, embora o planejamento tenha começado há cerca de um ano. “Nós não criamos nenhuma tecnologia, somente estamos aplicando produtos que já existem no mercado internacional, de baixo custo, em comparação aos carros elétricos das grandes marcas. Assim qualquer pessoa que comprar um carro popular terá condições de ter um carro elétrico”, diz.
O Fusca elétrico criado por Vernazza consome o equivalente a um litro de álcool a cada 100 quilômetros. O carro tem 12 baterias de 170 ampéres e oito volts, totalizando 96 volts, uma bateria de 12 volts para as luzes e a velocidade máxima é de 120 km/h.
O carro é abastecido em uma tomada comum de residências. Para se obter uma carga completa, é necessário recarregar por 8 a 10 horas. Vernazza, morador de Ciudad del Este, na fronteira com Foz do Iguaçu, diz que a conta de luz dele aumentou o equivalente ao consumo de um ar-­condicionado. O quilowat-­hora (kWh) de energia no Paraguai custa R$ 0,19. Para rodar 800 quilômetros durante o mês de agosto, ele diz ter pago R$ 35 a mais na conta de luz. Para efeitos de comparação, o preço do kWh para clientes residenciais da Copel é R$ 0,39 (com impostos), o dobro do cobrado no país vizinho.
Investimento
O inventor calcula que para converter um Fiat Uno, sem nenhum opcional, com autonomia urbana de 60 quilômetros e baterias de lítio com vida útil de oito anos, seria necessário um investimento de US$ 7 mil. No valor não estão inclusos os gastos com energia elétrica.

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